Manaus foi a capital que registrou maior índice, com 7,42%
As maiores altas foram registradas em Manaus, com 7,42%, seguida por Salvador, Recife, Maceió, Belo Horizonte e Aracaju. No acumulado de 2026, todas as capitais também apresentam aumento, com variações que chegam a quase 11%.
Um dos principais responsáveis pela alta foi o feijão, que encareceu em todas as regiões. O aumento está ligado à redução da oferta, causada por dificuldades na colheita. Em algumas capitais, o preço do grão chegou a subir mais de 20%.
Além do feijão, também pesaram no bolso do consumidor produtos como tomate, carne bovina e leite integral, que registraram aumento no período.
Entre as capitais, São Paulo teve a cesta básica mais cara do país em março, com custo médio de R$ 883,94. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, Cuiabá e Florianópolis.
Já os menores valores foram registrados em cidades do Norte e Nordeste, como Aracaju, Porto Velho, São Luís e Rio Branco, onde a composição da cesta é diferente.
Com base no custo mais alto, o Dieese estima que o salário-mínimo necessário para cobrir despesas básicas de uma família deveria ser de R$ 7.425,99, valor mais de quatro vezes superior ao mínimo atual.
Os dados indicam que a alimentação segue pressionando o orçamento das famílias brasileiras, em um cenário de alta generalizada nos preços.
Fonte: Agência Brasil
Foto: sindec.org.br






