A Meta, liderada por Mark Zuckerberg, planeja realizar uma nova rodada de demissões que pode atingir cerca de 10% de sua força de trabalho — o equivalente a aproximadamente 8 mil funcionários.
De acordo com informações que circulam no mercado, os cortes podem ocorrer já no próximo mês e fazem parte de uma estratégia de reestruturação interna da companhia. A medida indicaria mais um movimento de ajuste após anos de expansão acelerada no setor de tecnologia.
Nos últimos anos, a Meta já promoveu reduções significativas no quadro de funcionários, especialmente após mudanças no cenário econômico global, como aumento de juros, desaceleração do crescimento digital e pressão por maior eficiência operacional.
Analistas apontam que empresas de tecnologia vêm revisando custos e prioridades, com foco em áreas consideradas estratégicas, como inteligência artificial e novos produtos digitais. Ao mesmo tempo, projetos com retorno mais incerto ou de longo prazo tendem a sofrer cortes ou reavaliações.
A possível nova rodada de demissões também reflete um movimento mais amplo no setor tech, onde grandes companhias têm reduzido equipes para equilibrar investimentos e receitas em um ambiente econômico mais desafiador.
Até o momento, a Meta não detalhou oficialmente os setores que seriam mais afetados nem o cronograma completo das demissões.
O cenário segue sendo acompanhado por investidores e especialistas, já que decisões como essa costumam impactar não apenas a empresa, mas também o mercado de trabalho global na área de tecnologia.






